domingo, 12 de febrero de 2017

INTERNACIONAL * PARTE 1

INTERNACIONAL * PARTE 1
O Sport Club Internacional, conhecido apenas por Internacional, Inter, SC Internacional ou ainda Inter de Porto Alegre e cujo acrônimo é SCI, é um clube esportivo brasileiro de futebol da cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. É declaradamente o maior clube de futebol do sul do país.[3] [4] [5] [6] [7] Seus torcedores são conhecidos como Colorados.
Foi campeão da Copa Libertadores da América em 2006 e 2010, da Copa do Mundo de Clubes da FIFA em 2006, da Recopa Sul-Americana em 2007 e 2011, e da Copa Sul-Americana de forma invicta[8] [9] em 2008, em 2009 conquistou no Japão a Copa Suruga Bank, tornando-se o único clube do país que possui todos os títulos que um clube Sul-Americano pode almejar atualmente. Foi campeão brasileiro de forma invicta em 79, sendo o único clube brasileiro a conseguir este feito, e também o único octacampeão gaúcho: 69, 70, 71, 72, 73, 74, 75 e 76.[10] [11]
O Internacional é um dos cinco clubes brasileiros que nunca foram rebaixados à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. Além disso, o Inter manteve-se durante 24 anos seguidos (1975-1998) líder no Ranking de Pontos do Campeonato Brasileiro,[12] torneio do qual nunca foi rebaixado, disputando 9 semifinais (62, 72, 75, 76, 78, 79, 80, 87 e 88), 3 fases finais (73, 74 e 97), 5 finais (75, 76, 79, 87 e 88), com 7 vice-campeonatos (67, 68, 87, 88, 05, 06 e 09) e 3 títulos de campeão (75, 76 e 79). Desde 2003, quando o Brasileirão é praticado por pontos corridos, o Inter foi vice-campeão em 2005, 2006 e 2009, consagrando-se como um dos melhores pontuadores da fórmula. Historicamente, o Inter foi vice-campeão nacional consecutivo em 67 e 68 do Torneio Roberto Gomes Pedrosa.
Em 11 de julho de 2009, o Internacional possuía cerca de 100 mil associados,[13] sendo o clube de futebol com maior número de sócios das Américas e tendo o sexto maior quadro social do mundo.[14] Em junho de 2015, o Internacional chegou a marca de 115 mil sócios ativos, sendo o clube com mais sócios nas Américas.[15

Nome                          Sport Club Internacional
Alcunhas                   
Colorado
Clube do Povo
Academia do Povo
Campeão de Tudo
Rolo Compressor
Torcedor/Adepto      Colorado
Mascote                      Saci
Fundação                   4 de abril de 1909 (107 anos)
Estádio                       Beira-Rio
Capacidade                51 300 Pessoas[1]
Localização                Porto Alegre, RS, Brasil
Presidente                  Vitório Piffero
Treinador                  Argel Fucks
Patrocinador             Banrisul
Tramontina
Coca-Cola
Unimed
TIM
Material esportivo    Nike
SACI PERERE MASCOTE DO INTER

HISTORIA DO INTERNACIONAL

Os comerciários vindos de São Paulo, José, Luiz e Henrique Poppe foram os principais responsáveis pela criação do Sport Club Internacional.[1]
No começo do século XX, havia muitas sociedades ligadas a grupos étnicos em Porto Alegre. E os únicos clubes existentes para a prática do "Foot-ball" eram o Grêmio e o Fussball Porto Alegre, ambos ligados à sociedade germânica e não permitindo o ingresso de "não-germânicos".
Surge, então, um clube aberto a todas as nacionalidades.
A reunião de fundação foi marcada para o dia 4 de abril de 1909, na avenida Redenção nº 141 (hoje avenida João Pessoa, 1025 - em frente à José Bonifácio). O número de interessados surpreendeu, teriam sido mais de 40 pessoas, entre as quais estavam comerciários, estudantes e funcionários públicos.
Começou assim a história do Sport Club Internacional.[2]
HENRIQUE POPPE LEAO FUNDADOR DO INTERNACIONAL

Primeira diretoria
A primeira diretoria colorada foi escolhida em uma reunião na noite de 11 de abril de 1909. Como primeiro presidente, foi escolhido o dono da casa, João Leopoldo Seferin, de apenas dezoito anos. Mas o presidente de honra tinha que ser mais velho e com prestigio indiscutível na cidade. E assim ocorreu. Foi escolhido para o cargo o Chefe do Asseio Público da Intendência Municipal e líder político distrital, capitão Graciliano de Faria Ortiz, que também era sogro do jovem fundador Henrique Poppe Leão.
A primeira diretoria do Internacional ficou assim estabelecida:
  • Presidente: João Leopoldo Seferin
  • Vice-presidente: Pantaleão Gonçalves de Oliveira
  • Presidente honorário: Gracilliano Faria— Ortiz
  • Primeiro secretário: Legendre das Chagas Pereira
  • Segundo secretário: Manuel Lopes da Costa
  • Primeiro tesoureiro: Antônio Coiro
  • Segundo tesoureiro: Waldemar Fachel
  • Capitão:José Thomáz Poppe Leão
  • Orador: Henrique Poppe Leão
  • Comissão de campo: João Luis de Andrade Vasconcelos, Irineu dos Santos, Luiz Madeira Poppe e Alcides Filho Ortiz.
O primeiro estatuto do clube foi aprovado em Assembleia Geral, no dia 2 de maio.
A origem do nome, uma distorção histórica
No começo do século XX muitos clubes eram identificados com colônias de imigrantes de determinada etnia ou nacionalidade, por exemplo, o Palestra Itália paulista, em relação aos italianos e o Vasco da Gama, em relação ao imigrantes portugueses. Já o nome "Internacional" identificava diversos clubes que não eram fechados para grupos étnicos, entre eles o Sport Club Internacional (São Paulo), que havia sagrado-se Campeão Paulista de 1908.
O "Internacional" fundado em Porto Alegre também tinha por princípio ser um clube em que "todos" poderiam jogar, independentemente de origem, raça ou status social, "porém o Internacional somente aceitou jogadores negros no final dos anos 20"(Fonte: Internacional: autobiografia de uma paixão-Por Luís Fernando Veríssimo). O nome escolhido é uma demonstração de valores genuinamente democrático e sem preconceitos.
Entretanto, durante a Segunda Guerra Mundial, houve diversas perseguições aos imigrantes alemães e italianos, países contra os quais o Brasil estava em Guerra. Nessa onda de nacionalismo, o Palestra Itália de São Paulo mudou de nome passando a se chamar "Palmeiras", enquanto o homônimo de Minas Gerais se tornou "Cruzeiro". Já no Rio Grande do Sul, o arqui-rival do Internacional, Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense ligado à sociedade germânica e que, inclusive, ainda não aceitava negros em seu time e em seu quadro social, defendeu-se plantando na imprensa a tese de que o Internacional fora fundado por italianos e que seu nome era em homenagem à Internazionale de Milão. Ocorre que o Clube Milanês foi fundado apenas um ano antes do Internacional e só havia jogado duas partidas, numa época em que os recursos de comunicação eram bastante precários, ainda mais tratando de apenas mais um entre os milhares de clubes para a prática de futebol que surgiam naquele período no Brasil e no Mundo. Além disso, a família Poppe, que chegou em Porto Alegre em 1901, seria de origem holandesa tendo diversos antepassados no Estado de Pernambuco. Mas também era óbvio que a colônia italiana de Porto Alegre demonstrava grande simpatia pelo clube "não germânico" que aceitava qualquer praticante do esporte favorito dos imigrantes europeus.
Escolha das cores
Após a criação do clube, na terceira reunião foram escolhidas as cores vermelho e branco.
Todos os jovens que ali estavam também apreciavam o carnaval porto-alegrense e se dividiam entre os Venezianos, de cores vermelho e branco e a Sociedade Esmeralda, de cores verde e branco. Os Venezianos eram maioria nesta reunião e assim o vermelho e branco ficou sendo a cor do novo clube, embora os Poppe quisessem ainda acrescentar o preto, em homenagem à bandeira de São Paulo.
O torcedor do Internacional é chamado de "colorado", em menção a cor vermelha da camisa do time.
Primeiro uniforme
O primeiro uniforme do Internacional foi feito por Humbertina Fachel, irmã de dois fundadores do clube. A camisa possuía listras verticais simétricas vermelhas e brancas, gravatas nas duas cores, calções brancos e meias pretas.
Logo depois do insucesso contra o Grêmio, alguns meses após a fundação, e com a demissão do primeiro presidente, o Internacional adotou aquele que viria a ser seu uniforme atual: camisas vermelhas, escudo na altura do coração, frisos brancos nas mangas e golas, calções e meias pretas (hoje brancas).
Depois, vários modelos apareceram: a camiseta branca com uma faixa diagonal vermelha; a camiseta totalmente branca, calções e meias vermelhas; e, mais recentemente, meias cinzas. Além disso, os uniformes de treinamento também sofreram alterações, ultimamente aderindo às cores dourada, além do cinza.
Primeiro distintivo
O primeiro distintivo do Sport Club Internacional era formado com as iniciais - SCI - bordadas em vermelho sobre fundo branco, sem a borda também vermelha que apareceu logo em seguida. Foi na década de 1950 que aconteceu a inversão, com a combinação de letras passando a ser branca sobre fundo vermelho.
Em virtude da conquista da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, o escudo do Internacional passou por uma reformulação. O clube ostentava 6 estrelas no peito: três do Campeonato Brasileiro, uma da Copa do Brasil, uma da Copa Libertadores da América e outra da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, as quais foram substituídas pela tríplice coroa, que é composta das conquistas da Copa Libertadores da América, Copa do Mundo de Clubes da FIFA e Recopa Sul-Americana e por dois ramos de louro na base do escudo representando o título brasileiro de 1979, sendo este de forma invicta.No ano do centenário do clube, optou-se por uma forma mais limpa, com o distintivo ganhando uma borda com os dizeres "S.C. Internacional 1909", eliminando outros acréscimos, pois são muitas conquistas. É o único clube do Rio Grande do Sul que obteve tais conquistas.
Primeiras partidas
O Internacional realizou seus primeiros treinamentos já no primeiro mês de fundação, em abril de 1909, num terreno da Rua Arlindo, na Ilhota. Mas o time nem chegou a jogar ali, ficando no local apenas um ano. As inundações freqüentes fizeram com que fosse logo abandonado o campo da Ilhota. Atualmente neste local fica a Praça Sport Club Internacional no bairro Azenha.
Para marcar definitivamente a rivalidade entre os dois maiores clubes do Rio Grande do Sul, os dirigentes do clube convidaram o Grêmio (já com seis anos de experiência) para disputar o primeiro clássico Grenal da história. No dia 18 de julho do mesmo ano, o Internacional realizou sua primeira partida, no estádio do Grêmio (Baixada), situado no Bairro Moinhos de Vento. O resultado não poderia ser pior para o Inter, que com apenas três meses de fundação, perdeu por 10 x 0 para o Grêmio.
No dia 7 de setembro de 1909, com cinco meses de vida, o Internacional obteve seu primeiro empate contra uma equipe considerada de primeira linha na época: 0 a 0 contra o Militar Football Club, que no ano seguinte seria o campeão citadino. Mas a primeira vitória viria ainda neste ano, no dia 12 de outubro contra o mesmo Militar, por 2 a 1. Esta foi a primeira de muitas vitórias do clube.

Em 1910, o clube foi transferido para um campo da Várzea, Parque da Redenção, local que hoje ficaria entre o Hospital de Pronto Socorro e o Colégio Militar. O lugar possuía até um elegante pavilhão para mil pessoas. Em 1911, o lateral-direito Benjamin Vinholes marcou o primeiro gol colorado contra o Grêmio, no 10 a 1 para o tricolor Gaúcho.
Expulso da Várzea, o Inter foi procurar um outro campo e, em 1912, o novo presidente do clube (Julio Seelig) conseguiu alugar um campo em uma alameda próxima ao início da Rua José de Alencar, a Chácara dos Eucaliptos. Em 1928, o dono da Chácara resolve colocá-la a venda e dá prioridade ao Inter, que não possuía o dinheiro para realizar a compra. No ano seguinte o presidente recém eleito, Ildo Meneghetti, encontra um terreno disponível na Rua Silveiro, Bairro Menino Deus - que ainda hoje tem o mesmo nome e abriga quadras de futebol para aluguel - e o compra. Naquele local foi erguido o primeiro estádio, conhecido como Estádio dos Eucaliptos. O estádio, inaugurado em março de 1931, possuía gramado de futebol, instalações sociais, ginástica e outros esportes.
Primeiros títulos
Em 1913, o Internacional conquistou seu primeiro título, e de forma invicta: o do Campeonato Metropolitano de Porto Alegre. Esse feito seria repetido no ano seguinte, em 1914. Apesar dos progressos, o incômodo dos Grenais permanecia e perturbou a vida de colorados até 1915, quando finalmente venceu o Grêmio por 4 a 1. O dirigente Antenor Lemos gritava de felicidade: "Está quebrado o lacre, esta quebrado o lacre", repetia sem parar, emocionado. Em julho de 1916, o Inter aplicou mais uma goleada no rival: 6 a 1, já na Chácara dos Eucaliptos. O ponta-esquerda Francisco Vares o grande herói colorado na partida, fazendo todos os seis gols do Inter.
Nesta primeira fase do Internacional, a importância dos estudantes foi tanta que os campeonatos citadinos vencidos sucessivamente em 1913 a 1916 de forma invicta, e 1917, só foram interrompidos em 1918, por força do surto da febre espanhola. As escolas e as faculdades suspenderam as aulas com receio de contágio - e o Internacional ficou praticamente sem time.
A partir da década de 1920, o Inter abriria a sua sede e daria lugar no seu time aos jogadores que pertenciam às muitas ligas que organizavam competições entre clubes representativos de negros (a famosa Liga da Canela Preta, por exemplo), de funcionários públicos, de funcionários do comércio e de estivadores.
Em 1925, um jogador negro veste pela primeira vez a camisa colorada. Chamava-se Dirceu Alves e atuava na defesa. Multicampeão metropolitano, faltava ao Internacional o reconhecimento estadual. Isso aconteceu em 7 de setembro de 1927, quando o Inter sagrou-se Campeão Gaúcho pela primeira vez, ao vencer o Bagé no estádio da Baixada (antigo estádio do Grêmio) por 3 a 1, em dois tempos de 40 minutos. Nessa época, o campeonato gaúcho era decidido entre o campeão da capital e o campeão do interior.
Primeiro estádio
No ano de 1928, o Asilo da Providência (dono da Chácara dos Eucaliptos) resolveu vender o terreno, dando preferência ao Internacional, embora o preço fosse alto. Mas o Inter não se interessou pelo terreno e, sem sede, esteve próximo de fechar as portas.
Até que o engenheiro Ildo Meneghetti iniciou uma campanha de arrecadação de dinheiro para comprar um terreno no bairro Menino Deus. Depois de 20 anos utilizando campos alheios, o colorado finalmente adquiria uma propriedade. O Estádio dos Eucaliptos, com suas arquibancadas de madeira que abrigavam aproximadamente 10 mil pessoas, já era uma realidade.
No dia 15 de março de 1931, o Internacional inaugurava o "majestoso" Estádio dos Eucaliptos. Nada melhor do que convidar o Grêmio para a primeira partida no novo campo. No Grenal de inauguração deu Inter: 3 a 0 no rival, todos os gols marcados por Javel. Em reconhecimento ao seu grande esforço, o Internacional homenagearia o presidente Ildo Meneghetti, anos mais tarde, com o título de patrono colorado. O Estádio dos Eucaliptos seria a casa colorada até o aparecimento do Beira-Rio, em 1969.
Ainda no ano de 1931, o clube faria a sua primeira viagem fora do Rio Grande do Sul, e também a primeira fora do Brasil. A ocasião deve-se ao amistoso realizado contra o uruguaio Oriental, no dia 25 de maio em Rivera, no Uruguai. O Internacional venceu a partida amistosa por 4 a 2.
Começa a grande mudança social do clube. Com o segundo título estadual em 1934, os jogadores já recebiam alguma forma de remuneração para jogar futebol. O time não era mais formado por tios, primos, filhos, e amigos da família. Estavam em campo jogadores das ligas periféricas, gente mais simples, alguns pobres, e negros. Também foi nesta época que se construía a eterna rivalidade do futebol gaúcho.
ENTRADA DO CAMPO DOS EUCALIPTUS - PORTO ALEGRE

ESTADIO DOS EUCALIPTOS - ANOS 50

Porto Alegre e a Copa do Mundo de 1950
O Estádio dos Eucaliptos foi palco dos jogos da primeira fase da Copa do Mundo de 1950. Para isso, precisou ser submetido a uma série de reformas, nas quais refletiram principalmente na alteração nas dimensões do gramado e ampliação da capacidade do estádio, atendendo às exigências da FIFA. A prefeitura de Porto Alegre contribuiu com a doação de Cr$ 500.000,00 para as melhorias.
O gramado foi cercado por tela e passou a medir 108 metros de comprimento por 72m de largura; dois túneis para o acesso dos jogadores ao campo foram construídos; postes de iluminação foram instalados, bem como cabines para a imprensa.
Partidas realizadas no Estádio dos Eucaliptos:
Curiosamente, na partida contra a Suíça, a seleção mexicana jogou com uniforme do Cruzeiro de Porto Alegre, pois o árbitro da partida considerou que a diferença entre o grená do México e o vermelho da Suíça era pouca, exigindo a troca de uniforme de uma das equipes.
Como a seleção mexicana não possuía uniforme reserva, teve que atuar com camisetas de um dos clubes locais. O Inter, dono do Eucaliptos, não poderia emprestar seu uniforme, pois era vermelho tal qual o da Suíça. O Grêmio também não, pelo fato de sua sede ser longe do local da partida. Portanto, o escolhido foi o Cruzeiro, pois sua sede localizava-se no bairro Azenha, bem próximo ao Estádio dos Eucaliptos.
Rolo Compressor
O Rolo Compressor era um time de craques extremamente ofensivo formado pelo dirigente Hoche de Almeida Barros (o Rocha), quando assumiu a presidência do clube em 1940. No Rolo, se consolidavam aos poucos as peças de um time de futebol que seria invencível. Houve uns quatro ou cinco rolos, mas o primeiro tem um nome que deflagrou todo o resto: Carlitos, o maior goleador da história do futebol gaúcho, marcando 485 gols.
Quem criou a expressão "Rolo" foi Vicente Rao, o maior Rei Momo de todos os tempos em Porto Alegre, cujo reinado foi de 22 anos (de 1950 a 1972). Jogador do Internacional na década de 1920 (inclusive fazendo parte do grupo de jogadores que conquistou o primeiro Campeonato Gaúcho do Inter, em 1927), acabou sendo inscrito na história do clube como o seu insuperável animador de torcida. Gostava de futebol e da juventude, tanto que foi ele quem criou as primeiras escolinhas de futebol do Internacional.
Aliás, Vicente Rao era um caso de "coloradismo" patológico e fatal: nasceu justamente em 4 de abril, data de aniversário de seu clube do coração. Se divertia em dizer que não havia nascido: foi inaugurado. Rao fazia desenhos dos jogadores do Inter e do time todo, em forma de um rolo compressor, amassando todos os adversários. Depois, levava suas charges pessoalmente aos jornais.
É deste tempo também o surgimento das grandes faixas com inscrições de apoio, bandeiras e entradas do time em campo abaixo de papel picado, uma barulhada de sinos, sirenes e foguetes. Por iniciativa de Rao, também, surge nesta mesma década prodigiosa a primeira torcida organizada do Internacional e do Estado, denominada "Camisa 12".
Na década de 1940, a grande equipe do Internacional teve um retrospecto avassalador contra o rival: em 28 Grenais venceu dezenove, empatou cinco e perdeu apenas quatro. Nesta mesma época, conquistou o hexacampeonato estadual (de 1940 a 1945), sendo que em 1942, 1943 e 1945 foi invicto.
Em 18 de novembro de 1945, o Internacional ganhou o inédito título de hexacampeão gaúcho, na Timbaúva, estádio do Força e Luz, jogando contra o Pelotas. A partir daí é que o apelido de Rolo Compressor dado por Vicente Rao ganhou fama. Os grandes clubes do eixo Rio-SP apareciam com propostas milionárias, mas os jogadores recusavam-se a sair de Porto Alegre. Era mesmo uma grande família, unidos para sempre e adorados pelos torcedores e imprensa, jamais sendo esquecidos.
O time mais ofensivo de todos os tempos já surgido no Rio Grande do Sul durou praticamente toda a década, e teve um sucessor, o "Rolinho" comandado pelo inesquecível Teté nos anos 1950.
CONSTRUCAO DO BEIRA RIO 1960

Primeiras participações em competições nacionais
O ano de 1967 marca a definitiva entrada do Internacional no cenário do futebol brasileiro. Até ali, a presenca de clubes de fora do eixo RJ-SP se resumia a esporadicas presencas na Taça Brasil, um torneio rápido e em fases eliminatorias, instituído em 1959, e que durou até 1968, reconhecido recentemente pela CBF como Campeonato Brasileiro; o Inter disputou a edição de 1962, quando foi eliminado nas semifinais pelo Botafogo, terminando em um honroso 3º lugar.
Finalmente, em 1967, o Torneio Rio-São Paulo foi estendido a dois clubes do Rio Grande do Sul, dois de Minas Gerais e um do Paraná, criando-se o Torneio Roberto Gomes Pedrosa (ou "Robertão"). O Inter foi logo se destacando, terminando seu primeiro campeonato nacional como vice-campeão do país.
A histórica vitória de 1 a 0 sobre o Corinthians, gol de Lambari em pleno Estádio Pacaembu, aconteceu no dia 28 de maio de 1967. O Corinthians havia vencido suas quinze partidas anteriores e parecia imbatível. Essa foi a primeira vitória de um time gaúcho frente a um time paulista em São Paulo. Na temporada seguinte, em 1968, o Colorado repetiu o segundo lugar no "Robertão".
Despedida dos Eucaliptos
No dia 26 de março de 1969, o Internacional realizava a sua última partida no Estádio dos Eucaliptos. No amistoso de despedida, o Colorado goleou o Rio Grande por 4 a 1, gols de Sérgio, Valdomiro, Gilson Porto e Marciano (descontando Motine para o Rio Grande). Nesta partida, o ex-jogador Tesourinha, então com 47 anos, voltou a jogar por alguns minutos com a camisa do Inter.
Criação do Beira-Rio
A construção do Gigante da Beira-Rio, projeto do ilustre vereador colorado Ephraim Pinheiro Cabral, iniciou-se no dia 12 de setembro de 1956, quando foi doado o terreno onde seria construído o estádio. Na verdade, o terreno consistia de uma pequena porção das águas do Guaíba, pois o aterro só teve início em 1958. As primeiras estacas foram colocadas somente no ano de 1959.
Em 1965, as obras chegaram a parar e só continuaram com a ajuda do Banco da Província do Rio Grande do Sul. Em princípio, as obras foram lideradas pelo português José Pinheiro Borda, torcedor fanático do Internacional. Pinheiro Borda faleceu em 25 de abril de 1965 e não pode ver o seu sonho se concretizar.
Era uma época difícil para todos os colorados. O Inter perdeu muitas partidas nesse período, pois todo o dinheiro arrecadado era destinado à construção do estádio, sobrando muito pouco para investir nos jogadores. Entretanto, a torcida colorada colaborou com doações de material de construção para o término do estádio.
Após anos de espera, o Estádio Gigante da Beira-Rio (oficialmente Estádio José Pinheiro Borda, em homenagem ao imigrante português que ajudou a construí-lo) era finalmente inaugurado no dia 6 de abril de 1969. Exatamente 60 anos e dois dias após a fundação do clube.
Na partida inaugural do Estádio Beira-Rio, o Internacional enfrentava o poderoso time do Benfica, campeão português e europeu. O Inter bateu o time português por 2 a 1, sendo que o primeiro gol da história do estádio foi marcado por Claudiomiro. Os demais gols da partida foram marcados pelo colorado Gilson Porto descontando o lendário Eusébio para o Benfica. ‎

Pioneirismo nacional
Na década de 1970, surgiu um dos maiores times da história do futebol brasileiro: o Internacional de Falcão, Figueroa, entre outros.
Em 1974, um feito histórico. O Internacional conquistava o Campeonato Gaúcho com uma campanha impressionante: 18 vitórias em 18 partidas. O Colorado disputou todo o campeonato sem conhecer outro resultado que não fosse vitória.
No ano seguinte, o Internacional seria o primeiro clube gaúcho a conquistar o Brasil. Após terminar sempre entre os cinco primeiros colocados nos anos anteriores, desde que o Campeonato Brasileiro fora criado, o Inter finalmente era campeão. O primeiro título foi obtido em uma partida emocionante, na vitória por 1 a 0 sobre o Cruzeiro, no Estádio Beira-Rio. O único gol da partida foi marcado pelo zagueiro chileno Figueroa. Este gol tornou-se conhecido como "gol iluminado", pelo fato de ter surgido um facho de luz do sol exatamente onde Figueroa subiu para cabecear a bola para o fundo da rede adversária.
Em 1976, o Internacional conseguia outra façanha inédita nos pampas. O Colorado conquistava o Octacampeonato Gaúcho (69 a 76), a maior série de títulos consecutivos de campeonatos estaduais no Rio Grande do Sul (e uma das maiores do Brasil), quebrando o recorde do rival, o qual havia alcançado a marca de sete títulos consecutivos em 1968. Em nível nacional, o Inter conquistou mais um título nacional, ao bater o Corinthians por 2 a 0 no Beira-Rio. Os gols foram marcados por Dario (que terminaria como artilheiro da competição, com 16 gols marcados) e Valdomiro.
Nenhum dos feitos colorados de até então se igualaria ao que estava por vir. No ano de 1979, o Internacional sagrou-se Campeão Brasileiro pela terceira vez. Desta vez, porém, de forma invicta (algo que nenhum outro clube do País conseguiu repetir até hoje). Na partida decisiva, no Beira-Rio, vitória colorada sobre o Vasco da Gama por 2 a 1 (gols de Jair e Falcão para o Inter, e Wilsinho descontando para o Vasco), depois de ter vencido o time carioca na primeira partida da final em pleno Maracanã pelo placar de 2 a 0 (dois gols de Chico Spina).
Em 1980, o Internacional alçaria voos mais altos. Não bastasse ter sido o primeiro time gaúcho a disputar a Taça Libertadores da América, em 1976, o Inter seria também o primeiro a chegar na final da competição sul-americana. O adversário da decisão era o Nacional de Montevidéu. Após um empate frustrante em zero a zero no Beira-Rio, o Inter perderia o título ao ser derrotado com um magro 1 a 0 no Uruguai, gol de Waldemar Victorino. Acredita-se que a venda de Falcão para a Roma tenha sido um fator decisivo para a perda do título da Libertadores.
ESTADIO BEIRA RIO, CASA COLORADO NOS ANOS 60 E 70

Tempos difíceis
Os anos 1980 foram períodos de poucos títulos para o Internacional. Mesmo assim, forneceu praticamente todo o time (9 dos 11 titulares) da Seleção Brasileira que disputou as Olimpíadas de 1984, alcançando uma inédita Medalha de Prata em Los Angeles. Destaque também para a conquista do Troféu Joan Gamper, em Barcelona, no qual o Internacional eliminou o poderoso Barcelona (que anos mais tarde viria a ser o adversário da maior conquista da história do clube) de Maradona calando mais de 100 mil pessoas no Camp Nou e vencendo o inglês Manchester City na final por 3 a 1. Obteve um Tetracampeonato Gaúcho (de 1981 a 1984). No cenário nacional, o clube conquistou o Torneio Heleno Nunes em 1984 e chegou a duas finais consecutivas do Campeonato Brasileiro (1987 e 1988).
O clube passou por graves crises na década de 1990. O ano de 1992 fora uma exceção: o Colorado conquistava o inédito título da Copa do Brasil. A final dramática no Beira-Rio foi contra o Fluminense. O Inter venceu a partida com um gol de pênalti ocorrido aos 42 minutos do segundo tempo, convertido pelo zagueiro Célio Silva. Nessa década, o Internacional ainda obteve quatro títulos gaúchos (1991, 1992, 1994 e 1997). Após boa campanha no Campeonato Brasileiro de 1997, no qual terminou na terceira colocação, o Internacional viveria um dos piores momentos de sua história em 1999, quando esteve ameaçado de ser rebaixado para a Segunda Divisão nacional. O Colorado escapou do rebaixamento apenas na última partida do Campeonato Brasileiro daquele ano, com um gol do ídolo Dunga sobre o Palmeiras de Luiz Felipe Scolari, no Beira-Rio, garantindo a permanência do clube gaúcho entre as principais equipes do futebol brasileiro.
O Internacional manteve-se durante 24 anos seguidos (1975-1998) como primeiro lugar no Ranking de Pontos do Campeonato Brasileiro de Futebol.
MUITAS EQUIPES DO INTERNACIONAL

Tríplice Coroa
O Sport Club Internacional, conhecido como Celeiro de Ases por ser um dos principais formadores de craques do Brasil, resolveu apostar em sua categoria de base para uma nova era de conquistas, neste início de Século XXI. O clube revelou grandes jogadores ao futebol brasileiro e mundial nos últimos anos, como Lucio, Fábio Rochemback, Daniel Carvalho, Nilmar, Rafael Sóbis e Alexandre Pato.
Após uma nova ameaça de rebaixamento em 2002, novamente livrando-se da queda apenas na última partida (desta vez fora de casa, contra o Paysandu, em Belém), o Internacional recuperou a hegemonia do futebol gaúcho, com a conquista de quatro estaduais consecutivos (2002, 2003, 2004 e 2005).
Sob o comando do presidente Fernando Carvalho, o Inter voltou a disputar competiçőes sul-americanas, depois de um longo tempo afastado do cenário internacional. Na Copa Sul-Americana, o Colorado fez boas campanhas. Em 2004, chegou nas semifinais, sendo derrotado pelo Boca Juniors da Argentina e, em 2005, após passar por São Paulo e Rosario Central (o clube argentino ostentava uma invencibilidade de 40 partidas contra equipes estrangeiras em casa, até ser derrotado pelo Internacional em seu estádio), o Inter cairia novamente diante do Boca Juniors. A experiência adquirida na Copa Sul-Americana serviu para que os jogadores, em sua maioria mantidos, pudessem encarar um desafio ainda maior: a Copa Libertadores da América.
A vaga para a principal competição sul-americana seria alcançada em 2005, ano que jamais será esquecido pela torcida colorada, que viu o título do Campeonato Brasileiro ser tirado do Internacional através de uma manobra extrajudicial, na qual o Corinthians foi o maior beneficiado. Dentro de campo, o Internacional fez mais pontos que seu adversário. Porém, um escândalo envolvendo manipulação de resultados abriu uma brecha para que o Corinthians disputasse novamente duas partidas das quais havia perdido. Não bastando isso, no confronto direto entre as duas equipes do dia 20 de novembro, no Estádio do Pacaembu, o árbitro Márcio Rezende de Freitas errou ao não marcar um pênalti claro sofrido por Tinga e, não satisfeito, expulsou o jogador colorado, que era um dos melhores da partida, quando o jogo estava empatado em 1 a 1, resultado que se manteve até o final. Duas semanas depois, o clube paulista acabou ficando com o título, com apenas três pontos de vantagem sobre o Internacional, vice-campeão.
A compensação colorada viria no histórico ano de 2006, o ano do Internacional. Depois de perder o Campeonato Gaúcho para o maior rival, o Inter finalmente conquistaria um grande título internacional. Treinado por Abel Braga, o time colorado sagrou-se campeão da Copa Libertadores, no dia 16 de agosto de 2006. Mais de 57 mil torcedores lotaram o Beira-Rio para assistirem ao emocionante empate em 2 a 2 contra o São Paulo (campeão mundial em 2005), colocando assim o clube colorado na galeria dos campeőes da Libertadores, tornando-se o segundo time no sul do Brasil a conquistar este título. Os gols do Inter foram marcados por Fernandão e Tinga, enquanto Lenílson e Fabão fizeram os gols do time adversário. O Inter jogou desde os 27 minutos do segundo tempo com um jogador a menos, após a expulsão de Tinga. No primeiro duelo das finais, no Morumbi, o Internacional havia vencido por 2 a 1, numa grande atuação de Rafael Sóbis, que marcou duas vezes.
Com a vaga garantida na Copa do Mundo de Clubes da FIFA, o Inter manteve a boa fase no Campeonato Brasileiro. Mesmo tendo utilizado o time reserva em boa parte da competição, o grupo colorado conseguiu terminar na vice-liderança. Mais um feito inédito na história do futebol brasileiro, pois nunca um clube do Brasil que conquistou a Libertadores havia terminado entre os dois primeiros colocados do Campeonato Brasileiro do mesmo ano. O melhor resultado de até então era o quarto lugar obtido pelo São Paulo, no campeonato de 1993.
O dia 17 de dezembro ficará marcado na memória de todos os colorados como aquele em que o Inter viveu a maior glória de sua quase centenária existência. Nesta data, o Internacional sagrou-se campeão da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, ao novamente enfrentar e vencer, em Yokohama (Japão), o Barcelona. O clube espanhol era considerado favorito por grande parte da imprensa mundial, vinha de uma goleada na partida anterior e ainda contava com Ronaldinho Gaúcho (duas vezes eleito o melhor jogador do mundo) no elenco, enquanto o Internacional teve dificuldades para vencer o egípcio Al-Ahly por 2x1, com gols de Alexandre Pato e Luiz Adriano. Porém, o Internacional levou a melhor, vencendo a partida por 1 a 0. O gol foi marcado por Adriano Gabiru, jogador contestado pela torcida, que saiu da reserva para fazer o gol mais importante da história do Clube. Na chegada à Porto Alegre, o time colorado foi recepcionado por milhares de torcedores, do aeroporto até o trajeto ao Beira-Rio, que se encontrava lotado para recepcionar os campeões.
Em meio a tantas vitórias, o Internacional teve um mau início de temporada em 2007. Porém, para fechar com chave de ouro este ciclo vitorioso, no dia 7 de junho de 2007 o Inter conquista a Recopa Sul-Americana diante do Pachuca do México, pelo placar final de 5x2. No primeiro jogo, no estádio Hidalgo, a equipe não teve uma boa atuação e foi derrotada por 2x1. Alexandre Pato abriu o placar, mas Gimenez, com dois gols, virou para o time mexicano. Na segunda partida, apoiado por mais de 51 mil torcedores que lotaram o Beira-Rio, o Inter venceu o adversário pelo placar de 4x0 - a maior goleada da história da competição. Alex, de pênalti, Pinga, Alexandre Pato e Mosquera (contra) marcaram os gols. Depois de erguer as taças da Libertadores e da Copa do Mundo de Clubes da FIFA em 2006, o Inter vencia a Recopa e garantia a inédita Tríplice Coroa Internacional.
TORCIDA DO INTER

Campeão de tudo
No começo do ano de 2008, o Internacional participou da Copa Dubai, nos Emirados Árabes. Em sua partida de estreia, o clube venceu o Stuttgart, da Alemanha, por 1 a 0 (gol de Alex) e classificou-se para as finais da competição.[3] Na decisão, o Colorado derrotou a forte equipe italiana da Internazionale de Milão por 2 a 1 (gols de Fernandão e Nilmar) e conquistou o título.[4]
No mesmo ano, o clube foi campeão do Campeonato Gaúcho, após dois anos sem conquistar a competição. Na primeira partida da decisão, o Colorado foi derrotado pelo Juventude por 1 a 0, em Caxias do Sul. Na partida decisiva, no Beira-Rio, um placar histórico: 8 a 1 para o Internacional, com três gols de Fernandão e os demais assinalados por Danny Morais, Alex, Nilmar, Índio e até mesmo pelo goleiro Clemer (de pênalti, no final do jogo). A vitória rendeu ao clube o 38° título e consolidou o Internacional como o maior vencedor da história do Campeonato Gaúcho.[5]
No fim do ano, o Inter ainda obteve um título inédito para o futebol nacional: a Copa Sul-Americana de 2008, da qual fora campeão invicto, com 5 vitórias e 5 empates. Foi o quarto título internacional oficial do clube: Libertadores, Mundial, Recopa e agora, Sul-Americana, este último nenhum clube brasileiro havia conquistado. Com isto, o Internacional tornou-se, ao lado do Boca Juniors, da Argentina, um dos dois clubes a possuir todos os títulos oficiais que um clube da América do Sul pode almejar.
ARENA INTER 

TITULOS
Honrarias
               Competição          Títulos Temporadas
               Tríplice Coroa Internacional[29] 1          2007
Mundial
               Competição          Títulos Temporadas
               Copa do Mundo de Clubes da FIFA     1          2006
Intercontinental
               Competição          Títulos Temporadas
               Copa Suruga Bank          1          2009
Continental
               Competição          Títulos Temporadas
               Copa Libertadores da América  2          2006 e 2010
               Copa Sul-Americana       1          2008
                Recopa Sul-Americana    2          2007 e 2011
Nacional
               Competição          Títulos Temporadas
               Campeonato Brasileiro    3          1975, 1976 e 1979
               Copa do Brasil     1           1992
Estadual
               Competição          Títulos Temporadas
               Copa FGF            2           2009 e 2010
               Copa Governador do Estado      2          1978 e 1991
               Recopa Gaúcha   1           2016
Municipal
               Competição          Títulos Temporadas
Citadino de Porto Alegre  24         1913 , 1914 , 1915 , 1916 , 1917, 1920, 1922, 1927, 1934, 1936 , 1940, 1941, 1942, 1943, 1944, 1945, 1947, 1948, 1950, 1951, 1952, 1953, 1955 e 1972
ESCUDOS HISTÓRICOS DO INTER

SACI MASCOTE COLORADO


ESTADISTICAS
Artilheiros
Artilharia
Atleta                     Torneio                              Ano  Gols            
Barros                     Campeonato Gaúcho          1927                   
Tupan                     Campeonato Gaúcho          1934                   
Marques                  Campeonato Gaúcho          1940                   
Villalba                   Campeonato Gaúcho          1941                   
Villalba                   Campeonato Gaúcho          1942                   
Tesourinha              Campeonato Gaúcho          1943                   
Xinxim                   Campeonato Gaúcho          1944                   
Tesourinha              Campeonato Gaúcho          1945                   
Carlitos                   Campeonato Gaúcho          1947                   
Carlitos                   Campeonato Gaúcho          1948                   
Ênio Andrade         Campeonato Gaúcho          1950                   
Canhotinho             Campeonato Gaúcho          1951                   
Salvador                 Campeonato Gaúcho          1952                   
Solis                        Campeonato Gaúcho          1952                   
Canhotinho             Campeonato Gaúcho          1953                   
Luizinho                 Campeonato Gaúcho          1953                   
Bodinho                 Campeonato Gaúcho          1953                   
Larry                       Campeonato Gaúcho          1955                   
Ivo Diogo               Campeonato Gaúcho          1960 19               
Sapiranga                Campeonato Gaúcho          1961 16               
Claudiomiro           Campeonato Gaúcho          1970 10              
Valdomiro              Campeonato Gaúcho          1971 6                 
Claudiomiro           Campeonato Gaúcho          1972 10               
Escurinho               Campeonato Gaúcho          1974 11              
Flávio                     Campeonato Brasileiro       1975 16               
Dario                      Campeonato Brasileiro       1976 16               
Jair                          Campeonato Gaúcho          1978 15              
Valdomiro              Campeonato Gaúcho          1978 15              
Jair                          Campeonato Gaúcho          1979 24              
Geraldão                 Campeonato Gaúcho          1982 20              
Balalo                     Campeonato Gaúcho          1985 14              
Tita                         Campeonato Gaúcho          1986 12              
Amarildo                Campeonato Gaúcho          1987 19              
Nílson                     Campeonato Brasileiro       1988 15              
Gérson                    Copa do Brasil                    1992 9                
Paulinho McLaren  Copa do Brasil                    1994 6                
Christian                 Copa Sul                             1999 6                
Fernandão              Taça Libertadores               2006 5                
Alex                        Campeonato Gaúcho          2008 13              
Alex                        Copa Sul-Americana          2008 5                
Nilmar                    Copa Sul-Americana          2008 5                
Taison                     Campeonato Gaúcho          2009 15              
Taison                     Copa do Brasil                    2009 7                
Leandro Damião     Campeonato Gaúcho          2011 17              
Leandro Damião     Campeonato Gaúcho          2012 11              
Diego Forlán          Campeonato Gaúcho          2013 9                










Confrontos
Gre-Nal
O Internacional é rival histórico de outro time popular de Porto Alegre, o Grêmio. As partidas entre Grêmio e Internacional são conhecidas como Grenal.
Um século de Grenais recebeu destaque no site oficial da FIFA.[30]
O Internacional apresenta vantagem na história nos confrontos contra o Grêmio, no total foram 409 jogos com 154 vitórias coloradas, contra 127 do rival, e 128 empates.[31] [32] [33]
Juve-Nal
Outro rival do Inter é o Juventude. Durante alguns anos da década de 1990, combinando o ápice do time alvi-verde de Caxias do Sul com um período pouco expressivo do colorado, o Juventude foi considerado como um "carrasco" da equipe colorada.
Em 1998, o Ju venceu o Inter e sagrou-se Campeão Gaúcho pela primeira vez. No ano seguinte, classificou-se à final da Copa do Brasil ao vencer o Inter por 4-0 em pleno Beira-Rio após empate a zero na Serra.
Dez anos depois, em 2008, o Internacional se vingou do Juventude aplicando uma goleada histórica por 8 a 1, tornando-se campeão da edição. No confronto, foram 105 vitórias do Internacional, 35 vitórias do Juventude e 40 empates em 180 jogos.

Recordes
Jogadores notáveis
Goleiros

Zagueiros
Nena Pontes Scala       

Laterais

Volantes
Magrão Salvador Sandro  Tinga       

Meio-Campistas
Atacantes
Treinadores
Rubens Minelli, Ênio Andrade e Abel Braga marcaram época no Colorado Gaúcho em função de suas conquistas. Minelli atingiu auge de sua carreira nos anos 1970, quando estruturou o histórico time do Internacional, que contava com craques como Falcão, Figueroa e Carpegiani. Com isso, levou o Inter ao Bicampeonato Brasileiro - 75 e 76. Ênio foi outro técnico que brilhou no Internacional ao dirigir o clube na conquista do Tricampeonato Brasileiro, de maneira invicta, em 1979. Abel Braga, em 2006, conduziu o Internacional ao seu primeiro título da Taça Libertadores, após uma final disputada com o então campeão do mundo São Paulo. O título garantiu a presença do Internacional na Copa do Mundo de Clubes da FIFA em dezembro daquele ano. Abel não perdeu a oportunidade e conquistou o título mundial após derrotar o Barcelona na final.
IDOLOS COLORADOS

INTERNACIONAL DE TODOS OS TEMPOS

SELECAO HISTÓRICA DO INTERNACIONAL

INTER IDEAL VERSAO FUTEBOL DE BOTA

INTERNACIONAL DE TODOS OS TEMPOS

INTER DE TODOS OS TEMPOS - VERSAO 1982

INTER HISTÓRICO

O INTERNACIONAL IDEAL

O INTER DE TODOS OS TEMPOS - FUTEBOL DE BOTAO

Treinadores do Sport Club Internacional
#   Treinador        Período                      Jogos     V      E     D    AP
1   Teté                  19511957 e 1960   337        215   57   65   69,4%
2   Abel Braga       19881989, 1991, 1995,
20062007, 20072008, 2014            328        182   78   68   63,4%
3   Cláudio Duarte 19781979, 19811982,
19941995 e 20012002                     306        167   84   55   63,7%
4   Dino Sani         19711973 e 19831984     271   142 93   36 63,8%

RECORDS
Maiores vitórias
IDOLOS COLORADOS

Goleadas
MUNDO COLORADO

Invencibilidades
  • Único Campeão Brasileiro Invicto: 1979.[1]
  • Maior série invicta: 39 partidas (26 vitórias e 13 empates), em 1984.
  • Goleiro que mais tempo ficou sem levar gols: Gainete, em 1970, ficou 1.203 minutos sem levar gol (13 partidas e 33 minutos - Recorde brasileiro).
  • Goleiro que mais tempo ficou sem levar gols em Campeonatos Brasileiros: Renan, em 2006, ficou 774 minutos sem levar gol.
  • Outros goleiros recordistas sem levar gols em Campeonatos Brasileiros: Taffarel, 700 minutos em 1986 e 1987; Manga, 593 minutos em 1975 e 1976 e Schneider, 473 minutos em 1972.
HALL DA FAMA DO INTER

Maior série invicta
Em 15 de abril de 1984 o Internacional perdeu por 2 a 1 para o Bahia, na estréia no Torneio Heleno Nunes. Depois disso, só voltaria a perder em 21 de outubro de 1984, para o Santa Cruz, no Campeonato Gaúcho.
Maiores goleadores
Alberto Zolim Filho, mais conhecido como Carlitos foi um dos grandes ídolos Colorados na qual jogou nos tempos áureos do "Rolo Compressor" da década de 40. Foi ponta-esquerdo, jogando durante 13 anos no Inter, consagrando-se como maior artilheiro da história do time com incríveis 485 gols. Além disso, marcos 42 gols em 62 grenais que disputou, perpetuando-se como o maior artilheiro na história dos grenais.
GOLS
1. Carlitos                        485
2. Bodinho                       235
3. Claudiomiro                 210
4. Valdomiro                    191
5. Tesourinha                    178
6. Larry                            176
7. Villalba                         153
8. Ivo Diogo                     118
9. Jair                                117
10. Adãozinho                 108
11. Alfeu                          107
12. Escurinho                   104
13. Christian                     98
14. Leandro Damião        89
15. Canhotinho                86
16. Flávio                         84
17. Fernandão                  77
18. Falcão                         78
18 . Alex                          77
20. D'Alessandro             74
Jogadores que mais atuaram
Valdomiro Vaz Franco ou popularmente conhecido como Valdomiro, foi um grande cobrador de escanteios, além de se destacar nas cobranças de falta. Foi o único jogador Octacampeão Gaúcho, um feito jamais igualado no futebol do Rio Grande do Sul. Também foi um dos destaques do tricampeonato brasileiro do Internacional (1975, 1976 e 1979), jogando ao lado de Falcão, Carpegiani e Figueroa. Ainda é o jogador que mais atuou pela equipe Colorada em toda a sua história com 803 jogos disputados.
JOGOS
1. Valdomiro                   803
2. Bibiano Pontes             523
3. Dorinho                        461
4. Luiz Carlos Winck       457
5. Claudiomiro                 424
6. Gainete                         408
7. Mauro Galvão              396
8. Falcão                           392
9. Índio                             391
10. Bráulio                        386
Maiores públicos 
MAIORES PÚBLICOS DO INTER - NO BEIRA-RIO
1. Inter 1x1 Grêmio, 1971              85.072
2. Inter 2x0 Corinthians, 1976          84.000
3. Inter 1x0 Cruzeiro, 1975               82.568
4. Inter 0x0 Bahia, 1989                   79.598
Treinadores

Treinadores do Sport Club Internacional
Treinador Período  Jogos                      V     E   D   AP
1  Teté           1951—1957 e 1960               337  215     57  65        69,4%
Cláudio Duarte         1978—1979, 1981—1982, 1994—1995 e 2001—2002    306      167      84        55    63,7%
Dino Sani   1971—1973 e 1983—1984   271  142     93  36        63,8%
4 Abel Braga  1988—1989, 1991, 1995, 2006—2007 e 2007—2008
2014    align="center"|266      145      68        53        63,0%












Uniformes
Uniformes de jogo
  • 1º - Camisa vermelha, calção e meias brancas;
  • 2º - Camisa branca, calção e meias vermelhas;

Estádios

Estádio dos Eucaliptos

No ano de 1928, o Asilo da Providência (dono da Chácara dos Eucaliptos) resolveu vender o terreno, dando preferência ao Internacional, embora o preço fosse alto. Mas o Inter não se interessou pelo terreno e, sem sede, esteve próximo de fechar as portas.
Até que o engenheiro Ildo Meneghetti iniciou uma campanha de arrecadação de dinheiro para comprar um terreno no bairro Menino Deus. Depois de vinte anos utilizando campos alheios, o colorado finalmente adquiria uma propriedade. O Estádio dos Eucaliptos, com suas arquibancadas de madeira que abrigavam aproximadamente 10 mil pessoas, já era uma realidade.
No dia 15 de março de 1931, o Internacional inaugurava o "majestoso" Estádio dos Eucaliptos. Nada melhor do que convidar o Grêmio para a primeira partida no novo campo. No Grenal de inauguração, o Colorado venceu por 3 a 0, com todos os gols marcados por Javel. Em reconhecimento ao seu grande esforço, o Internacional homenagearia o presidente Ildo Meneghetti, anos mais tarde, com o título de patrono colorado. A partir de 14 de fevereiro de 1944, o Estádio dos Eucaliptos recebeu oficialmente o nome de Estádio Ildo Meneghtti. O Estádio dos Eucaliptos seria a casa colorada até o aparecimento do Beira-Rio, em 1969. No dia 26 de março de 1969, o Internacional realizava a sua última partida no Estádio dos Eucaliptos. No amistoso de despedida, o Colorado goleou o Rio Grande por 4 a 1, gols de Sérgio, Valdomiro, Gilson Porto e Marciano (descontando Motine para o Rio Grande). Nesta partida, o ex-craque Tesourinha, então com quarenta e sete anos, voltou a jogar por alguns minutos com a camisa do Inter.

Estádio Beira-Rio

A construção do Gigante da Beira-Rio projeto do ilustre vereador colorado Ephraim Pinheiro Cabral, iniciou-se no dia 12 de setembro de 1956, quando foi doado o terreno onde seria construído o estádio. Na verdade, o terreno consistia de uma pequena porção das águas do Guaíba, pois o aterro só teve início em 1958. As primeiras estacas foram colocadas somente em 1959.
Em 1965, as obras chegaram a parar e só continuaram com a ajuda do Banco da Província do Rio Grande do Sul. Em princípio, as obras foram lideradas pelo português José Pinheiro Borda, torcedor fanático do Internacional. Pinheiro Borda faleceu em 25 de abril de 1965 e não pode ver o seu sonho se concretizar.
Era uma época difícil para todos os colorados. O Inter perdeu muitas partidas nesse período, pois todo o dinheiro arrecadado era destinado à construção do estádio, sobrando muito pouco para investir nos jogadores. Entretanto, a torcida colorada colaborou com doações de material de construção para o término do estádio.
Após anos de espera, o Estádio Gigante da Beira-Rio (oficialmente Estádio José Pinheiro Borda, em homenagem ao imigrante português que ajudou a construí-lo) era finalmente inaugurado no dia 6 de abril de 1969. Exatamente 60 anos e dois dias após a fundação do clube.
Na partida inaugural do Estádio Beira-Rio, o Internacional enfrentava o poderoso time do Benfica, campeão português e europeu. O Inter bateu o time português por 2 a 1, sendo que o primeiro gol da história do estádio foi marcado por Claudiomiro. Os demais gols da partida foram marcados pelo colorado Gilson Porto, descontando Eusébio para o Benfica.
Além de ser o nono estádio nacionalmente, também é o quarto estádio particular do Brasil, ficando atrás apenas do Estádio do Morumbi, do São Paulo, da Arena do Grêmio, e do Estádio Arruda, do Santa Cruz.

Gigante

A diretoria colorada possui um projeto que visa a remodelação do Complexo Beira-Rio.[43] Com isso o clube se adaptaria às mais recentes exigências e padrões internacionais do futebol, pronto para sediar qualquer jogo nacional ou internacional, com um complexo esportivo sustentável. Após a modernização, o estádio estará pronto para receber jogos da Copa do Mundo de 2014.

Maior sessão de cinema da história

Em 7 de dezembro de 2010, o Beira-Rio recebeu a exibição de um filme com o maior público, em uma mesma sessão, na história do cinema. O Beira-Rio recebeu 27.022 pessoas na projeção de “Absoluto – Internacional bicampeão da América”, documentário sobre o título conquistado pelo Inter, quatro meses antes. O feito recebeu certificação do Guinness, o Livro dos Recordes.[44]

Símbolos

Escudo

O escudo [45] circular do Internacional consiste em:
  • As inscrições "SC Internacional" (Sport Club) e "1909" (ano de fundação do clube)
  • Em branco, as iniciais "SCI" entrelaçadas sobre um círculo vermelho
  • Ao longo dos anos, o Internacional acrescentou estrelas, coroa e ramos de louro em seu escudo. Os adornos foram retirados em 2009, ano do centenário do Colorado.
Hino
No final dos anos 1950, o Internacional sentiu necessidade de ter um hino, uma canção formal de celebração dos sentimentos colorados. Foi realizado um concurso para a escolha do hino, havendo muitos candidatos. Mas nenhum dos hinos satisfez a alma colorada como aquele que fora feito numa tarde de sofrimento de torcedor. O torcedor era o carioca Nélson Silva, compositor de morro, músico do conjunto "Águias de la Medianoche", e que morava há nove anos em Porto Alegre quando compôs o hino colorado.
O Inter desandava contra o Aimoré, o ano era 1957. Ele escutava o jogo e esperava a namorada Ieda, mas esqueceu o compromisso daquela tarde. Sentou-se brabo na mesa de um bar em frente, e por razões de quem é artista, começou a escrever um hino de louvação ao Internacional.
Quando concluiu a última estrofe 'com o Clube do povo do Rio Grande do Sul', teve a sensação de que era isto que seria cantado pelo torcedor. Foi o que aconteceu, Celeiro de Ases é hoje o hino oficial do Sport Club Internacional e do torcedor colorado.[46] [47]
Há alguns anos, a torcida também costumava cantar uma antiga marchinha carnavalesca: 'Papai é o maior / Papai é que é o tal / Que coisa louca, que coisa rara / Papai não respeita a cara'.
Mascote
Para identificar o Inter como um clube do povo, nas páginas esportivas da antiga Folha Desportiva e do jornal A Hora, surgiu na década de 50 a figura do Negrinho, um personagem cheio de ironia e malandragem.
Com o tempo, o Negrinho acabou virando o Saci, aquele que gosta de armar ciladas contra as pessoas, como uma analogia ao que o Internacional faria nos campos de futebol.[48]
Camisa
Material esportivo
·         Reebok (2006-2011)     Nike (2012-atualmente)
Torcida
Números sobre a torcida
As primeiras grandes pesquisas de parâmetro nacional em relação ao tamanho das torcidas, foram realizadas em 1983 em relação aos grandes clubes brasileiros. De acordo com a primeira pesquisa, o Internacional era detentora da 12ª maior torcida do Brasil, junto ao Fluminense com 4,1% de torcedores em todo o Brasil. Em 1993, o percentual foi de 3,1% torcedores estando a frente de seu maior rival, Grêmio que abrigava 2,6% de torcedores. Nessa ocasião, o Inter ocupava a 11ª posição entre o grandes do Futebol Brasileiro. O Inter já chegou a ocupar a sétima posição em 1998 com 3,1% de torcedores e a nona posição em 2004 com 2,6%.[50]
Conforme pesquisa do instituto Datafolha de dezembro de 2010, o Internacional tem a sexta maior torcida do Brasil.[51] , empatado na posição com Cruzeiro e Grêmio, os três com 3% de preferência, porém a torcida do Inter se mostra maior com 19% da torcida no sul, contra apenas 17% do Grêmio.
Outro dado que analisa as torcidas é o total de apostas na Timemania, na qual o Inter é o sétimo colocado entre os clubes brasileiros desde o lançamento da loteria, com o porcentual de 3,6% das apostas.[52]
Historicamente, a popularização do Inter ocorreu no período 1940-1955 com o chamado "Rolo Compressor" e que décadas depois, reforçou sua hegemonia do futebol gaúcho nos anos 1970. Já nessa época o Colorado ganhara a alcunha de a maior torcida do Sul, que inclusive foi colocada na marquise do Beira-Rio. O Sport Club Internacional é chamado de Clube do Povo do Rio Grande do Sul.[53]
INFERNO VERMELHO

Torcidas organizadas
O Internacional é pioneiro em torcidas organizadas. Nos anos 1940, comandados por Vicente Rao, o Colorado teve a primeira torcida organizada que se tem notícia no Brasil, na época do lendário Rolo Compressor. Com o passar dos anos, os colorados foram mantendo sua paixão pelo clube, apoiando a equipe sempre e crescendo seu espaço nas arquibancadas. São nas excursões que as organizadas integram-se com colorados de todo o Brasil, se mostrando animadas e participativas nos jogos disputados por todas as competições do Internacional.
Hoje o Internacional é representado por três torcidas organizadas oficiais: Camisa 12, Super F.I.C.O. e Nação Independente. O clube possui duas barra bravas: A Guarda Popular Colorada, além da Os de Sempre. Atualmente, é a Popular o maior movimento de torcedores do clube, a qual 90% dos integrantes que a frequentam são associados ao Inter. Todas torcem com faixas, cantos e hinos, visando incentivar o clube.[54]
  • Camisa 12 - Maior torcida organizada do Internacional que fica sempre próxima ao gol em frente ao placar eletrônico do estádio Beira-Rio, na arquibancada inferior.
  • Super F.I.C.O. - Pertence ao anel superior do estádio Beira-Rio.
  • Nação Independente - Ela se situa na arquibancada inferior, próxima ao gol do Gigantinho.
  • Guarda Popular - Barra brava do clube que se posiciona na arquibancada inferior, atrás do gol. Possui uma dissidência, a Os de Sempre, que fica no lado inverso da Popular.[55]
Sócios
Hoje o Inter comprova ainda mais a sua força através de seu número de sócios: com 115.000 sócios,[15] é o maior clube em número de sócios do Brasil e das Américas, e o sexto maior do mundo, atrás dos seguintes clubes: Benfica, Barcelona, Manchester United, Bayern de Munique e o Porto.[56]
Presidentes
Dentre os grandes presidentes do Inter, devem ser destacados dois. O primeiro foi o engenheiro e político Ildo Meneghetti, que foi o responsável pela criação do Estádio dos Eucaliptos na década de 1930 no Menino Deus em Porto Alegre. Ildo foi presidente do Colorado entre 1929 e 1934 e novamente em 1938.
O segundo é Fernando Carvalho, presidente responsável pela recuperação da "grandeza" do Internacional. Foi com os investimentos pesados nas categorias de base que o presidente apostou, revelando craques e garantindo títulos internacionais.
Foi com Fernando Carvalho que o Inter conquistou a Copa do Mundo de Clubes da FIFA, em 2006, último ano de sua gestão. Administrou o Internacional, de 2002 até 2006.
LIVROS SOBRE O INTERNACIONAL

Fatos históricos do Internacional
HINO DO INTERNACIONAL


Rádio Inter
27 de janeiro de 2010 entrou no ar pela web a Rádio Colorada[78] mas desde 9 de julho de 2010 passou a ser chamada de Rádio Inter.[79] [80]
Aliança Internacional
O Internacional, mantém uma aliança com clubes de vários outros países, a iniciativa partiu do Atlético de Madrid, tendo como objetivo a cooperação entre os participantes.[81]
Clubes Participantes

RITA LEE COLORADA DA CABECA AOS PES

RENATA FAN NAO ESCONDE SUA PAIXAO PELO INTER

O ESCRITOR LUIS FERNANDO VERISSIMO

LUIZE ALTENHOFEN CELEBRIDADE COLORADA

PATRICIA POETA TORCEDORA DO INTER

FAMOSOS DO SPORT CLUBE INTERNACIONAL

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